sábado, março 10, 2007

POLUIÇÃO - Aquecimento global preocupa ambientalistas

Marcelo de Freitas Assis Rocha, diretor da Associação Mineira de Defesa do Ambiente,(Amda) disse ontem, em entrevista coletiva, que o Brasil tem uma grande parcela de culpa no aquecimento global, devido ao desmatamento e às constantes queimadas que ocorrem em diversas partes do país. Segundo ele, a Amda atua em Minas Gerais desde 1977, sempre buscando combater o desmatamento e tomando outras medidas que favoreçam o controle da emissão de CO². Marcelo Freitas se diz otimista e acha que a globalização ambiental é algo que poderá salvar a humanidade desse colapso e que a tendência é de que se consiga isso em médio prazo. “A situação tende a melhorar”, disse o diretor.

Questionado sobre quais países se destacam como maiores responsáveis pela emissão de CO² no planeta, o diretor da Amda cita em primeiro lugar os Estados Unidos, que, inclusive, insistem em não assinar o protocolo de Kioto, seguido pela China, que hoje tem um grande destaque no cenário mundial. Os Estados Unidos são o país que mais emite poluentes no mundo e alega que, ao assinar o acordo, o país teria o seu desenvolvimento industrial prejudicado. O presidente americano George W. Bush vem sendo pressionado, cada vez mais, por democratas e artistas ambientalistas e a tendência, segundo o diretor da Amda, é que ele acabe cedendo e assine o protocolo. Caso contrário, ficará cada vez mais isolado.

Nos últimos meses, o aquecimento global passou a ser um dos assuntos mais comentados em todo o mundo. Essa preocupação faz com que ambientalistas como Marcelo Freitas passem a tratar o assunto como sendo um dos mais importantes dos últimos tempos e busquem encontrar uma solução para o grave problema da emissão de poluentes no ar. O assunto vem sendo discutido desde a Rio 92, ocasião em que foi firmado o Protocolo de Kioto. Porém, só agora se tornou um caso de maior relevância, uma vez que o planeta corre sérios riscos de não conseguir controlar a situação, caso não sejam tomadas medidas emergenciais. O objetivo principal do Protocolo de Kioto é diminuir a temperatura da terra nos próximos anos, através da redução da emissão de poluentes que causam o aumento do efeito estufa no planeta.

Blitz alerta motoristas

O aquecimento global se dá pela liberação de gases e vapores produzidos pelas indústrias, carros e queimadas nas matas. Com isso, a camada de ozônio é destruída, fazendo com que a terra fique mais exposta ao sol e comprometendo a vida no planeta, uma vez que a temperatura aumenta. Devido ao aumento da temperatura as calotas polares derretem, causando o desnível das águas dos oceanos, podendo até, no futuro, comprometer as cidades litorâneas. Esta é a razão da grande preocupação dos ambientalistas.

Com a proximidade da semana do Carnaval, uma blitz ecológica foi realizada nas estradas que dão acesso ao Espírito Santo e Bahia com o intuito de orientar os motoristas sobre como evitar danos ao meio ambiente. Esta ação é uma iniciativa da Amda e aconteceu no último dia 15, das 14h às 17h30. A abordagem aos motoristas foi feita no quilômetro 438 da BR-381, em frente ao posto da Polícia Rodoviária Federal. Esta é apenas mais uma das muitas atitudes tomadas pela entidade que há vários anos vem lutando em defesa do meio ambiente. A Amda é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que atua não só em Minas Gerais como em todo o país e sua ação prioritária é defender as florestas em prol do bem estar e da qualidade de vida do ser humano.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

O DESRESPEITO ÀS LEIS DE TRÂNSITO

Nos dias úteis, é comum encontrar no bairro Prado vários veículos estacionados em locais sinalizados com placas de trânsito que proíbem tal atitude, no entanto, não existe um policiamento específico da BHTRANS que possa intimidar esse tipo de infração. Isso faz com que o motorista se sinta à vontade para deixar o carro onde melhor lhe convém.

O policial militar, Ricardo Godoi dos Santos, de 37 anos, que trabalha na guarita instalada em frente ao batalhão de polícia, alega que freqüentemente ele aborda motoristas que estacionam onde não é permitido. Segundo Ricardo, o policial militar tem total autonomia para fazer a abordagem e até aplicar multa, caso seja necessário. Ele confirma que há realmente mais carros que vagas de estacionamento na região e que é comum encontrar veículos nos locais proibidos, no entanto, enfatiza que, apesar da ausência da BHTRANS, eles estão sempre de prontidão.

No caso de o motorista ser advertido e insistir em não sair do local, ele está sujeito a uma multa no valor de R$127,69 e ainda pode perder cinco pontos na carteira de habilitação. Em casos especiais o veículo poderá ser rebocado e, devido à burocracia, o motorista terá que desembolsar mais dinheiro, sem falar nos transtornos que ele poderá enfrentar até ter o seu carro de volta.

Para os motoristas que não desejam ter problemas com a lei, existem duas opções de estacionamentos particulares na região. O Estacionamento ROTIV, na rua Erê 280 e o Estacionamento Masterpark, que presta um serviço terceirizado na Faculdade Estácio de Sá.

domingo, novembro 19, 2006

BELO HORIZONTE ACOMPANHA OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS

A capital mineira possui vários centros de pesquisas tecnológicas que mantêm pesquisadores antenados o tempo todo em busca de novas descobertas.

Dentre estes centros está a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais). A instituição funciona desde 1985 e tornou-se reconhecida nacionalmente em poucos anos, por sua grande contribuição à capacitação técnica e científica.

Vanessa Fagundes, assessora de comunicação da fundação diz que o Estado tem grupos fortes de pesquisa nas áreas de nanotecnologia, biotecnologia e ciências agrárias. Segundo ela, a Fapemig estimula a produção de pesquisas através de editais, bolsas de estudo, apoio para organização de eventos, entre outros.

A Fapemig financia, em média, 300 projetos de pesquisa por ano. Esses projetos pertencem a todas as áreas do conhecimento, desde ciências exatas e biotecnologia, até ciências humanas. O trabalho de pesquisas é silencioso e quase sempre demorado, no entanto, resulta em avanços sociais, econômicos e culturais.

Além de dar apoio à pesquisa, a Fapemig busca aproximar o setor acadêmico e o empresarial, visando transformar em produto os resultados alcançados no laboratório. Tal iniciativa comprova que a parceria produz grandes benefícios para quem está diretamente envolvido e, principalmente, para a sociedade.

O Estado de Minas Gerais se destaca nacional e internacionalmente pela importância dos seus projetos que, na maioria das vezes, se transformam em grandes descobertas tecnológicas.

segunda-feira, novembro 06, 2006

SALGADO OU DOCE, SIMPLESMENTE DELICIOSO!

O chuchu é uma hortaliça usada de diversas formas na culinária brasileira. Originário da América Central, ele já era conhecido na antiguidade pelos astecas e destacava-se entre as outras hortaliças da época. Alguns o classificam como um alimento aguado e sem gosto. No entanto, ele é uma rica fonte de potássio e tem as vitaminas A e C.

Atualmente, o chuchu está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil.

Suflê, salada, creme, sopa, bolo e até doce podem ser feitos com o chuchu. Cada pessoa usa a sua imaginação na hora de prepará-lo.

A aposentada Francisca Alves de Oliveira, de 65 anos, diz que gosta dele na salada, no entanto, prefere fazê-lo picado em cubos e refogado. Dona França, como é conhecida, faz também doce de chuchu de vez em quando. O doce é similar ao de mamão ou ainda ao de cidra. Já a empregada doméstica, Sueli da Costa, de 42 anos, que também é fã de chuchu, explica a sua maneira de prepará-lo: "eu corto o chuchu em fatias grandes e preparo um delicioso molho".

A boa notícia para quem se preocupa com a saúde é que o chuchu contém um baixíssimo teor calórico. Além disso, ele é rico em fibras, é de fácil digestão e é uma ótima indicação para quem está enfrentando um regime alimentar.

Do chuchu não se desperdiça nada. Até mesmo as folhas, os brotos e as raízes podem ser consumidos.

sábado, outubro 28, 2006

MAMA MIA!

Assim como a do pão, a orígem do macarrão é cheia de incertezas. Há quem diga que ele seja de orígem chinesa e que Marco Pólo o teria trazido para a Itália. Já os italianos não concordam com esta suposição. Eles alegam que no testamento de Punzio Bastone, um militar de Genova, lavrado em 1279, vários anos antes da chegada de Marco Pólo, havia como herança, uma caixa de "macarrones", que significa massas secas. Não bastasse toda esta confusão, os americanos garantem que já conheciam o macarrão antes mesmo da fundação de Roma.

Diante de tantas hipóteses, tudo indica mesmo que Marco Pólo tenha descoberto a iguaria em uma de suas viagens à China, no século XIII. De volta à Itália ele teria divulgado o novo alimento que acabou não só aceito pelos italianos, com se tornou sinônimo da comida italiana e posteriormente se espalhou pelo mundo.

O certo de tudo isso é que o macarrão é um prato saboroso e pode ser deliciado de várias maneiras. Normalmente as pessoas que se preocupam com o peso acham que o macarrão tem um elevado índice de calorias, o que é um pouco contraditório. Isso é relativo e, como acontece com qualquer outro alimento, o consumo deve ser balanceado para evitar riscos para a saúde.

O produtor editorial Artur Correa Teixeira é um apaixonado por massas. Mesmo estando hoje com 150 quilos ele não se preocupa com a balança. Ele diz que se preocupa em incrementar o macarrão com diversos ingredientes para torná-lo mais saboroso e matar a fome com qualidade. Artur cita até o famoso "miojo", que por sinal ele detesta. "Não é o meu caso, mas muita gente que eu conheço e que mora só, que tem preguiça, come miojo. E não necessariamente os gordos, pois os gordos comem muito e de tudo, não só massa".

O Brasil é o terceiro maior produtor de macarrão do mundo, ficando atrás somente da Itália e dos Estados Unidos. Isso não significa que os brasileiros sejam os maiores consumidores do produto. Segundo dados da Abima ( Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias), o consumo anual per capita no Brasil é de 5kg. Já na Itália, talvez pela fama de já terem criado mais de 500 tipos de macarrão, o consumo per capita é extremamente maior: 28kg!

Assim como existe um dia especial para quase tudo, com o macarrão não poderia ser diferente. 25 de outubro é o Dia Mundial do Macarrão. A data foi escolhida por vários fabricantes do produto no I Congresso Mundial de Pasta, realizado em Roma, em 1995.