segunda-feira, agosto 04, 2008

LEI SECA DIMINUE ACIDENTES, MAS IMPRUDÊNCIA CONTINUA

Apesar de a Polícia Rodoviária Federal comemorar uma notável diminuição nos acidentes de trânsito nas estradas do país após entrar em vigor a Lei Seca, em junho passado, alguns motoristas ainda insistem em combinar direção e bebida alcoólica.

Segundo a Agência Brasil, o número de mortes nas rodovias federais caiu no mês de julho. Foram registrados nos 31 dias do mês 10,5 mil acidentes com 530 mortes. Se comparado com o mesmo período de 2007, o número de mortes foi 14,5% menor.

Balanço divulgado pela PRF no último dia 1° alega que as rigorosas punições previstas na Lei Seca contribuíram para que o período de férias tivesse redução significante no número de acidentes.

A imprudência, no entanto, continua fazendo vítimas em Minas Gerais. É o caso do acidente causado ontem à tarde por Osvaldo Maria dos Santos Araújo, 60 anos, em um bairro de Belo Horizonte. Segundo o Jornal Aqui, familiares informaram que o motorista, depois de beber algumas cervejas, saiu dirigindo e acabou batendo o seu Corsa em um poste, destruindo totalmente a frente do veículo. Com sinais visíveis de embriaguez e com ferimentos no rosto, Osvaldo se recusava a ser atendido pela equipe do Corpo de Bombeiros. Mais tarde, ele acabou sendo levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ainda na capital, outro acidente envolvendo um motorista bêbado foi registrado no bairro Floresta. Segundo testemunhas, depois de bater o veículo em um ponto de ônibus, o motorista e sua acompanhante fugiram do local. Por ter esquecido os documentos no carro e ter voltado para pega-los, Carlos Eduardo Rodrigues da Conceição, 24 anos, acabou sendo abordado pela polícia e, após fazer o teste do bafômetro, foi confirmado que ele havia ingerido bebida alcoólica. O motorista foi encaminhado ao Detran e teve a carteira e o carro apreendidos. O interessante é que a CNH dele estava vencida.

Fontes: Agência Brasil e Jornal Aqui

Um comentário:

Guilherme Freitas disse...

Eu confio na Lei Seca. Acho que ela será no futuro imprescindível, assim como o cinto de segurança foi. Beloa rtigo, Ruither. Um abraço